Alerta para os perigos da bactéria Streptococcus Pyogenes Higienização pessoal e de alimentos é a melhor forma de prevenção |
| Sciencephotolibary |
| Após mortes confirmadas em decorrência da bactéria Streptococcus Pyogenes, a população do Distrito Federal está em estado de alerta. Autoridades afirmam que não há motivos para alardes no momento, mas todos estão curiosos para saber um pouco mais sobre a bactéria. A Streptococcus Pyogenes teve seu primeiro registro na década de 80, com um surto de febre reumática nos Estados Unidos. Desencadeadora de problemas como faringite, amidalite, dores de garganta e algumas infecções mais graves, as cepas invasivas surpreenderam pela severidade antes pouco vista. A bactéria há tempos está presente em diversos casos e, em cerca de 15% das pessoas que são colonizadas por ela, os sintomas sequer se manifestam. Não se sabe explicar ao certo o porquê de tantas mortes seguidas em decorrência da bactéria no DF e a Secretaria de saúde garante não haver possibilidades de epidemia no momento. O Infectologista do Hospital Santa Luzia, Marconi Pinhati concorda que, no momento, não há riscos de epidemia. “O que está acontecendo no momento é um surto da bactéria. Na natureza muitas coisas são assim, surgem inexplicavelmente”. No momento, a melhor prevenção é a higienização pessoal e dos alimentos, já que as formas de contágio são de pessoa a pessoa, pelo ar, por secreções como espirro e saliva, e pelo contato com feridas ou lesões na pele. O infectologista afirma ainda que a vigilância do DF tem proposto o uso de Benzetacil para as pessoas que tiveram contato com pacientes com casos de evolução mais agressivo. Porém admite que, para leigos, a identificação da doença não é fácil. “Os sintomas podem ser facilmente confundidos com o de uma gripe ou uma virose leve. Por isso é importante além da prevenção, ficar atento a qualquer um dos sintomas e principalmente encaminhar a pessoa ao hospital caso sintomas como febre, diarréia, vômitos e lesões na pele forem constantes. Nos colégios em que as crianças vítimas da bactéria estudavam, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tomou providências com o intuito de orientar professores e responsáveis sobre como proceder. Além disso, as escolas passaram por desinfecção e docentes foram orientados a passar às crianças e aos pais informações sobre a bactéria, formas de contagio, prevenção e sintomas. Os estudantes mais próximos às vitimas foram orientados também a ficarem em observação, especialmente em caso de surgimento de algum dos sintomas da bactéria. O tempo entre o aparecimento dos primeiros sintomas e o óbito das vítimas foi de aproximadamente cinco dias, o que assusta a população. O infectologista opina, “Acho que no momento o alerta deve se dar entre os profissionais de saúde que atendem nos pronto socorros, atendimentos de emergência e ambulatórios, onde os pacientes serão inicialmente atendidos.”. A subsecretaria de Vigilância à Saúde, já divulgou informe de orientação para a prevenção da doença, e desde setembro o DF está em alerta. Fonte: Assessoria de Comunicação – Grupo Santa Luzia |
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
EVENTOS - PAC/AC - Profa. Patrícia Kanno
A FIOCRUZ Brasília promoverá, nos dias 25 e 26 de agosto, o Seminário Temático: As relações da Saúde Pública com a Imprensa – o caso da Influenza A (H1N1). O aperfeiçoamento da relação entre a mídia e instituições públicas de saúde para garantir qualidade na prestação de serviço para a população é o principal objetivo do evento, que busca ainda abrir espaços de debate sobre temas que envolvem o trabalho destes dois setores.
O evento contará com a presença de representantes do Ministério da Saúde e demais instituições do setor Saúde, Sindicato dos Jornalistas e a participação de editores e repórteres da TV Record, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Rádio Câmara, O Estado de S. Paulo, Observatório da Imprensa, entre outros.
As inscrições são gratuitas, abertas ao público e podem ser feitas no site até dia 23 de agosto. Podem participar estudantes, profissionais, pesquisadores e gestores das áreas de Comunicação e Saúde e demais interessados. A programação do Seminário conta com as oficinas “Por dentro da Redação – como é feita a cobertura de uma epidemia em um jornal” e “Por dentro do Ministério da Saúde: a estratégia de comunicação do MS sobre a Influenza A (H1N1)”, no dia 25 de agosto, e das mesas redondas “Mídia e Saúde: os desafios, mitos e verdades sobre a Influenza A (H1N1) e “Saúde Pública e a Imprensa: interdependência e balanço da atuação”, no dia 26. Os participantes receberão certificado.
Link para inscrição
Programação
Serviço:
Seminário Temático: As relações da saúde pública com a Imprensa – o caso da Influenza A (H1N1)
Local: Auditório FIOCRUZ Brasília – Campus da UnB – Gleba A, SG 10 (atrás do HUB)
Data: 25 e 26 de agosto, das 8h às 18h
domingo, 25 de julho de 2010
Doação de Medula Óssea
Como é feita a doação?
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
Passo a passo para se tornar um doador:
• Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
• Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
• Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
• Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
Caso você decida doar:
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados.
terça-feira, 27 de abril de 2010
PALESTRA CRIMINALÍSTICA - HORAS PAC/AC
Curso de extensão - HORAS PAC/AC
Público-alvo: Estudantes de Biomedicina, Biologia e demais áreas relacionadas.
Duração: 20 horas (sendo 16 teóricas e 04 práticas)
Investimento: R$ 80,00 (Oitenta Reais)
Local: UNICESP TAGUATINGA
Informações e Inscrições: Coordenação de cursos Campus Taguatinga Sul End. Setor D Sul Lote 01 Taguatinga Sul Telefone: (61) 3036-2313
Datas do curso: 28/05 - 19h às 23h
29/05 e 30/05 - 08h às 12h e das 14h às 18h.